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Normas Aplicáveis

ABNT

ABNT: Norma 14937 – “Sacolas Plásticas tipo Camiseta – Requisitos e métodos de ensaio”.

Norma para especificação da capacidade de carga das sacolas mas que não especifica a capacidade volumétrica, o que faz com que as sacolas de 6 kg não permitam a colocação de volumes maiores de 4 litros. Os aditivos Reverte da Wells não alteram as propriedades físicas e mecânicas e assim satisfazem esta norma.

ABNT: Norma 9190 – “Sacos de Lixo”.

A norma relativa aos sacos de lixo não considera as sacolas tipo camiseta, uso final de 100% delas, nem considera a possibilidade de se produzirem sacos de lixo degradáveis.

ABNT: Norma 15448-2 “Embalagens Plásticas Degradáveis”. Parte 2 – Biodegradação e Compostagem – requisitos e métodos de ensaio.

Esta norma esta restrita as embalagens que se destinam a compostagem (mas não define o que é compostagem), e não atende aquelas que se destinam ao aterro sanitário, como não atende
aquelas que se destinam à incineração.

Esta norma se aplica tão somente aos bioplásticos e não se aplica aos oxibio-plásticos pois estes não têm a pretensão de serem facilmente degradáveis. Se fossem facilmente degradáveis não poderiam ser reciclados.

A norma aceita como biodegradável os materiais de origem natural (como fibras naturais, papel e papelão) sem avaliar se atendem aos requisitos da própria norma: ‘todos os materiais da embalagem devem ter no mínimo 90% do carbono orgânico convertido a dióxido de carbono no prazo máximo de 6 meses.

Entretanto, as embalagens são produtos compostos de polímeros, resinas e tintas, aditivos e pigmentos, como papelão resinado, papel-cartão com camadas de alumínio e plástico, filmes e películas multicamadas formadas por poliolefinas, poliamidas e poliésteres.

Na ausência de norma brasileira aplicável aos oxibio-plásticos recomenda-se o uso da norma americana ASTM 6954.

ASTM

ASTM D6400 – “Especificações para
                      Plásticos Compostáveis”

Esta norma se aplica aos bioplásticos, cuja pretensão é serem utilizados e reutilizados e então serem enviados à compostagem sem que possam ser reciclados.

A norma define a compostagem como sendo um processo gerenciado para a obtenção de biomassa ou adubo composto ou matéria orgânica estabilizada.

Nenhum aterro sanitário tem um processo gerenciado e então não podem ser considerados como processos de compostagem, a grande virtude dos aterros é a disponibilidade de obtenção de gás metano, muito nocivo ao meio ambiente mas que pode ser queimado para a obtenção de energia elétrica de baixo custo.

ASTM D6954